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'Arrastadores': operação mira motoristas clandestinos que aplicam golpes em passageiros no aeroporto Internacional de SP

A Polícia Civil realiza uma operação nesta sexta-feira (19) contra falsos motoristas de aplicativos que aplicam golpes na saída do Aeroporto Internacional d...

'Arrastadores': operação mira motoristas clandestinos que aplicam golpes em passageiros no aeroporto Internacional de SP
'Arrastadores': operação mira motoristas clandestinos que aplicam golpes em passageiros no aeroporto Internacional de SP (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil realiza uma operação nesta sexta-feira (19) contra falsos motoristas de aplicativos que aplicam golpes na saída do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, o mais movimentado do país. Os investigadores já identificaram ao menos seis criminosos. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária. Conhecidos como arrastadores, eles fazem parte de um esquema de extorsão de passageiros, coagidos a pagar até 70 vezes mais pelo valor da corrida. Os criminosos ainda ameaçam as vítimas — como idosos, turistas e estrangeiros — e acuam motoristas de aplicativo e taxistas legalizados. Em maio, a Polícia Civil já havia deflagrado uma operação de fiscalização nos acessos ao Terminal 2 do aeroporto após uma sequência de brigas, agressões e ataques envolvendo taxistas e motoristas clandestinos. Disputa antiga Cuidado: motoristas clandestinos aplicam golpes em passageiros no Aeroporto Internacional de São Paulo. A atuação de motoristas clandestinos no aeroporto em Guarulhos não é recente. Em dezembro de 2024, uma reportagem do Fantástico mostrou falsos motoristas de aplicativo abordando passageiros dentro dos terminais do aeroporto. Segundo a reportagem, após convencer as vítimas a aceitar a corrida, os criminosos cobravam valores abusivos no destino e ameaçavam quem se recusava a pagar. Um ano depois, em dezembro de 2025, os mesmos problemas continuavam sendo registrados nos terminais. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o esquema já havia sido identificado há pelo menos cinco anos. À época, a inteligência da corporação classificou o grupo como uma organização criminosa estruturada, com mais de 100 carros irregulares e faturamento estimado em mais de R$ 3 milhões por mês. A PRF informou que encaminhou relatórios com identificação de motoristas e veículos aos órgãos de segurança.

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