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Ex-presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho anuncia pré-candidatura a deputado federal por SP

Rodrigo Agostinho (PSB-SP), ex-presidente do Ibama, foi deputado federal entre 2019 e 2022 Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O ex-presidente do Instituto Br...

Ex-presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho anuncia pré-candidatura a deputado federal por SP
Ex-presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho anuncia pré-candidatura a deputado federal por SP (Foto: Reprodução)

Rodrigo Agostinho (PSB-SP), ex-presidente do Ibama, foi deputado federal entre 2019 e 2022 Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O ex-presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ex-prefeito de Bauru (SP), Rodrigo Agostinho (PSB), confirmou nesta terça-feira (14), em entrevista ao g1, a pré-candidatura a deputado federal por São Paulo nas eleições de 2026. A possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados já havia ganhado força em abril deste ano, quando Agostinho deixou a presidência do órgão dentro do prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral para candidatos que ocupam cargos públicos. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Biólogo e advogado, Rodrigo Agostinho foi prefeito de Bauru por dois mandatos, entre 2009 e 2016. Depois, exerceu mandato como deputado federal entre 2019 e 2022, período em que presidiu a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara e coordenou a Frente Parlamentar Ambientalista. Em janeiro de 2023, foi escolhido pela ministra Marina Silva para comandar o Ibama, cargo que ocupou até abril deste ano. Rodrigo Agostinho toma posse como presidente do Ibama em Brasília Ao g1, Agostinho afirmou que pretende concentrar a campanha na representação do interior paulista e na pauta ambiental. "Estou trabalhando na construção dessa pré-candidatura a deputado federal dentro dessa questão territorial daqui da nossa região e do tema da sustentabilidade", afirmou. O ex-presidente do Ibama também criticou o que chamou de "desmonte" da legislação ambiental promovido pelo Congresso Nacional e defendeu a eleição de parlamentares comprometidos com a pauta ambiental. "Recentemente, o Congresso aprovou uma série de projetos de lei desmontando a legislação ambiental brasileira, como é o caso do licenciamento ambiental. Então é muito importante que a gente tenha deputados e senadores no Brasil comprometidos com esse tema", disse. O anúncio da pré-candidatura foi feito na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Refeições Coletivas (Sinterc), em Bauru, durante evento com a ministra do Meio Ambiente e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva (Rede). A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), com o novo presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho (PSB), na COP 27 Arquivo pessoal Marina critica medidas de Trump e rebate Tarcísio Durante o evento, Marina criticou medidas adotadas pelos Estados Unidos, como a taxação de produtos brasileiros e a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Segundo a ex-ministra, o crime organizado deve ser combatido pelas instituições brasileiras e o combate ao terrorismo não pode servir de "pretexto" para ameaçar a soberania nacional. "As organizações criminosas, que devem ser combatidas, mas pela nossa Justiça, a nossa polícia. Quem acompanhou a Venezuela, lembra que ele dizia: 'Tô combatendo as organizações terroristas'. Em seguida, invadindo a Venezuela. É um pretexto, é um pretexto. Nós não podemos, aqui nós temos a Amazônia, Mata Atlântica, o Pantanal, minerais, terras raras, minerais críticos. Nós somos uma potência. Essas pessoas não podem entregar as riquezas do nosso país", disse. Além das críticas às medidas dos Estados Unidos, Marina respondeu às declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que questionou as pré-candidaturas dela e da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), ao Senado por São Paulo por entender que as duas não têm ligação com o estado. Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por não serem do estado "Eu sou do Acre, todo mundo conhece a minha origem, né? Em 2022, eu fui eleita deputada federal por São Paulo. Mas em 2022, eu e o Tarcísio, que é carioca, ele foi eleito governador e eu deputada federal, porque São Paulo é um estado generoso. As pessoas vêm para São Paulo. E São Paulo não discrimina as pessoas em termos das oportunidades", defendeu. "Por que quando um homem chega e é eleito governador tá tudo bem? Aí quando são as mulheres é forasteira. Isso não tem cabimento", completou. Simone Tebet e Marina Silva Diogo Zacarias/MF e Fernando Donasci/MMA Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

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