Investigação aponta que mulher que morreu após pular de carro em movimento tentava fugir do companheiro
Morre mulher de 36 anos que foi jogada de carro em movimento em Presidente Prudente O motorista do carro de onde Yara Regina Rodrigues dos Anjos caiu afirmou à...
Morre mulher de 36 anos que foi jogada de carro em movimento em Presidente Prudente O motorista do carro de onde Yara Regina Rodrigues dos Anjos caiu afirmou à polícia que discutia com a vítima momentos antes e que ela teria se jogado do veículo para escapar de ameaças. Yara, de 36 anos, morreu nesta quarta-feira (25), em Presidente Prudente (SP), após 40 dias internada. Segundo a investigação, ao pular do carro, a vítima bateu a cabeça e foi socorrida em estado gravíssimo na noite de 15 de fevereiro. O motorista fugiu do local após o ocorrido. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp À TV TEM e ao g1, a Polícia Civil informou nesta sexta-feira (27) que o suspeito, de 41 anos, confessou em interrogatório que houve uma discussão e relatou que Yara abriu a porta do veículo e se lançou após ele dizer que a mataria. O homem afirmou ainda que deixou o local por medo de ser linchado. Ele foi preso no dia seguinte ao caso, em 16 de fevereiro, e segue detido. Yara Regina Rodrigues dos Anjos, de 36 anos, morreu nesta quarta-feira (25), após quase 40 dias internada em Presidente Prudente Reprodução/redes sociais Morte confirmada Conforme nota do Hospital Regional, Yara Regina Rodrigues dos Anjos deu entrada na unidade às 23h28 de 15 de fevereiro. O óbito foi constatado às 22h25 desta quarta-feira (25). Segundo publicações da família e amigos nas redes sociais, o corpo de Yara foi velado e sepultado nesta quinta-feira (26), no Cemitério Parque da Paz, em Presidente Prudente. O caso havia sido registrado como violência doméstica e tentativa de feminicídio na Delegacia de Defesa da Mulher de Presidente Prudente (SP). Após a morte da vítima confirmada, a polícia informou que o crime é reclassificado automaticamente, para que seja punido como crime hediondo consumado e tenha penas mais severas. No caso, o inquérito policial, inicialmente instaurado por tentativa de feminicídio, é aditado para feminicídio consumado, com pena de reclusão que pode chegar de 20 a 40 anos, segundo a Polícia Civil. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM