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MP prende auditor fiscal em operação contra esquema de corrupção e fraudes tributárias em Osasco, na Grande SP

Operação do MP prende auditor fiscal em operação contra esquema de corrupção e fraudes tributárias em SP Divulgação Uma operação do Ministério Públ...

MP prende auditor fiscal em operação contra esquema de corrupção e fraudes tributárias em Osasco, na Grande SP
MP prende auditor fiscal em operação contra esquema de corrupção e fraudes tributárias em Osasco, na Grande SP (Foto: Reprodução)

Operação do MP prende auditor fiscal em operação contra esquema de corrupção e fraudes tributárias em SP Divulgação Uma operação do Ministério Público do Estado de São Paulo prendeu nesta sexta-feira (13) um auditor fiscal acusado de integrar um esquema de corrupção e fraudes tributárias instalado na Delegacia Regional Tributária de Osasco, um órgão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz) responsável por questões fiscais e tributárias na cidade. O auditor Rafael Merighi Valenciano, que trabalhava em Osasco, foi preso em Valinhos. A defesa dele não foi localizada pela reportagem. Na cidade de São Paulo foi presa Maria Hermínia de Jesus Santa Clara, que, embora não tenha qualquer tipo de vínculo funcional com a Sefaz, tinha em sua posse "diversos computadores funcionais e certificados digitais pertencentes a agentes fiscais de renda", segundo o MP. A defesa dela também não foi localizada. Batizada de “Mágicos de Oz”, a operação cumpriu ainda 20 mandados de busca. Também foi determinado o afastamento de quatro agentes fiscais de renda de suas funções e o afastamento do cargo do vice-prefeito de Tupi Paulista, Frederico Marquezim Gonçalves. A defesa dele não foi encontrada. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A investigação apontou a existência de uma estrutura organizada que usava intermediários para receber a propina em nome dos agentes públicos, que depois lavavam o dinheiro para ocultar a sua origem. Início das investigações O esquema foi identificado durante a investigação iniciada a partir de achados da "Operação Ícaro", que levou à prisão do dono e fundador da Ultrafarma, Sidney Oliveira. Um executivo da Fast Shop também foi preso naquela operação. O esquema teria arrecadado cerca de R$ 1 bilhão em propinas desde maio de 2021, quando teve início. Mnistério Público do Estado de São Paulo MP-SP

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