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Operação Criptogolpe: Justiça condena oito réus por esquema de pirâmide e criptomoedas falsas em Sorocaba

Moedas apreendidas durante operação em Sorocaba (SP) são usadas como símbolos e que não possuem valor atrelado Divulgação Cinco anos depois da realizaçÃ...

Operação Criptogolpe: Justiça condena oito réus por esquema de pirâmide e criptomoedas falsas em Sorocaba
Operação Criptogolpe: Justiça condena oito réus por esquema de pirâmide e criptomoedas falsas em Sorocaba (Foto: Reprodução)

Moedas apreendidas durante operação em Sorocaba (SP) são usadas como símbolos e que não possuem valor atrelado Divulgação Cinco anos depois da realização da Operação Criptogolpe, que defez um esquema de pirâmide financeira e estelionato com criptomoedas falsas centrado em Sorocaba (SP), a Justiça definiu a sentença, em primeira instância, condenando oito réus e absolvendo outros três. A decisão é de 8 de outubro deste ano. Em setembro de 2021, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e policiais civis da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba realizaram diligências para encontrar os alvos suspeitos do crime. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A ação, chamada de Operação Criptogolpe, investigava um grupo suspeito de aplicar golpes com criptomoedas. Computadores, documentos e carros, entre eles um de luxo, foram apreendidos na época. A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão nas cidades de Sorocaba, São Paulo, Barueri e Araçoiaba da Serra (SP). Agora no g1 Condenações e indenizações A decisão da 1ª Vara Criminal de Sorocaba fixou as penas dos réus e determinou valores mínimos de reparação de danos materiais para as vítimas. Veja abaixo as condenações: José Carlos de Mello Mas (líder e idealizador): Condenado a 8 anos, 3 meses e 5 dias de reclusão em regime inicial fechado, mais 135 dias-multa. Santiago Gasull Fernandez: Condenado a 7 anos, 3 meses e 26 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 120 dias-multa. Cleuder Valim: Condenado a 7 anos, 3 meses e 26 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 120 dias-multa. Antonio Carlos Barbosa Paes Landim: Condenado a 5 anos, 3 meses e 10 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 88 dias-multa. Rafael Camargo Dourado: Condenado a 5 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 113 dias-multa. Mateus Ribeiro Simão: Condenado a 5 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 113 dias-multa. Lucas de Lima Garcia: Condenado a 5 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 113 dias-multa. Helder José de Araújo Queiroz: Condenado a 4 anos e 8 meses de reclusão em regime inicial semiaberto, mais 80 dias-multa. Flávio Pluhar Miyata, Juliana Domingues Fonseca e Maíra Barboza Benedito foram absolvidos por falta de provas. A Justiça também fixou o valor mínimo para a reparação de danos materiais aos investidores lesados. A soma total dos valores é de R$ 2.465.000,00. Relembre o caso Segundo a investigação, a quadrilha aliciava pessoas pela internet para investimentos. Porém, o valor não era aplicado. Conforme o Gaeco, o grupo movimentou mais de R$ 500 mil. Gaeco e Deic de Sorocaba (SP) fazem operação contra grupo suspeito de aplicar golpes com criptomoedas Wilson Gonçalves Jr./TV TEM O grupo contava com o apoio de campanhas publicitárias veiculadas nas redes sociais e na televisão, em canais abertos. Também utilizava personalidades influentes para conseguir a confiança das vítimas, informou o Gaeco. A investigação começou depois que o MP recebeu uma representação de uma das vítimas, que dizia ter perdido mais de R$ 700 mil para o grupo. Durante o cumprimento de mandados de busca, houve a apreensão de um "certificado" de uma conta falsa no exterior em euros, equivalente a mais de R$ 140 milhões, usado para ludibriar investidores. A estratégia da organização era ludibriar as vítimas simulando uma estrutura empresarial sólida e com garantias, para que elas acreditassem se tratar de um investimento legítimo e seguro. Preso em operação contra fraude em criptomoedas tinha 'certificado' de conta com 150 milhões Gaeco/Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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