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Operação mira grupo suspeito de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba

Operação mira grupo suspeito de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba Manuella Patta/TV Vanguarda O Ministério Público de São Paul...

Operação mira grupo suspeito de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba
Operação mira grupo suspeito de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba (Foto: Reprodução)

Operação mira grupo suspeito de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba Manuella Patta/TV Vanguarda O Ministério Público de São Paulo (MPSP), a Polícia Civil e a Polícia Militar deflagraram, na manhã desta quinta-feira (6), a segunda fase da Operação Armagedom para combater uma organização criminosa suspeita de atuar com agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro no Vale do Paraíba. Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça de São José dos Campos. Além dos mandados de busca, a Justiça autorizou a quebra de sigilo de dados eletrônicos dos investigados e o bloqueio de bens. Um homem apontado pelas investigações como líder do grupo teve a prisão preventiva decretada. Segundo o Ministério Público, ele cumpria prisão domiciliar, mas teria mantido da própria residência a coordenação das atividades criminosas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp As investigações apontam que a organização continuou atuando mesmo após a primeira fase da Operação Armagedom, deflagrada em novembro de 2024, quando integrantes do grupo foram presos e diversos acusados acabaram condenados pela Justiça. Agora no g1 Segundo o MPSP, os investigados são suspeitos de conceder empréstimos com juros abusivos, cobrar dívidas por meio de intimidação e ocultar patrimônio utilizando terceiros, empresas de fachada e outros bens para lavar dinheiro. Ainda de acordo com a investigação, foram identificados imóveis residenciais e comerciais, veículos de alto padrão, empresas e rendimentos com aluguéis superiores a R$ 48 mil por mês. Entre os bens atingidos pelas medidas judiciais estão 37 cavalos da raça mangalarga marchador ligados ao principal investigado. As medidas patrimoniais determinadas pela Justiça podem alcançar até R$ 205,7 milhões, segundo o Ministério Público. A operação é realizada por integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Núcleo Especial de Combate à Criminalidade Organizada (Neccold), da Polícia Civil, e do 3º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar os suspeitos. Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Civil ainda não havia divulgado um balanço oficial da operação. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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