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Tebet, Salles e Geraldo Rufino declaram os maiores patrimônios entre os candidatos ao Senado por SP; Marina e Schiavetto os menores

Os oito principais candidatos ao Senado no Estado de São Paulo, segundo registro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Montagem/g1/Redes Sociais Os oito princi...

Tebet, Salles e Geraldo Rufino declaram os maiores patrimônios entre os candidatos ao Senado por SP; Marina e Schiavetto os menores
Tebet, Salles e Geraldo Rufino declaram os maiores patrimônios entre os candidatos ao Senado por SP; Marina e Schiavetto os menores (Foto: Reprodução)

Os oito principais candidatos ao Senado no Estado de São Paulo, segundo registro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Montagem/g1/Redes Sociais Os oito principais candidatos ao Senado pelo estado de São Paulo em 2026 registraram oficialmente suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declararam os patrimônios financeiros que têm antes do pleito de outubro. Segundo o levantamento do g1, os candidatos Simone Tebet (PSB), Ricardo Salles (Novo) e Geraldo Rufino (Podemos) são os candidatos com maiores patrimônios registrados na Justiça Eleitoral neste ano. A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), afirmou que tem atualmente R$ 10,6 milhões em bens. O número é 356% maior que os R$ 2,3 milhões declarados por ela em 2022, quando foi candidata à Presidência da República pelo MDB. Campanha eleitoral começou neste domingo (16) Na comparação entre as duas prestações de contas, chama atenção o fato de em 2022 Tebet não ter declarado uma fazenda no valor de R$ 8,9 milhões no município de Alvorada do Sul, em Mato Grosso do Sul. Por meio de nota, a assessoria da candidata do PSB afirmou que, de 2022 pra cá, Tebet recebeu uma antecipação de herança feita pela mãe, que ainda mantém o usufruto das terras da família em Alvorada do Sul. Ricardo Salles (Novo) Na segunda colocação aparece o candidato Ricardo Salles (Novo), que tem um patrimônio de R$ 9 milhões. Na última eleição que concorreu ao cargo de deputado federal e venceu, Salles tinha apresentado um patrimônio de R$ 3,9 milhões à Justiça Eleitoral. Em quatro anos, o patrimônio do ex-ministro do governo Jair Bolsonaro (PL) cresceu 127%, subindo R$ 5,1 milhões da última eleição até agora. O g1 procurou o deputado federal para comentar o assunto. Ele afirmou que o crescimento de seu patrimônio se deveu ao retorno à advocacia, após cumprir uma quarentena obrigatória de cinco anos por ter exercido o cargo de ministro do Meio Ambiente. Geraldo Rufino (Podemos) Na contramão dos líderes, Geraldo Rufino (Podemos) teve uma queda patrimonial de 25%. Em 2018, quando concorreu ao cargo de deputado federal, ele declarou R$ 7,5 milhões em patrimônio. Já neste ano, ele afirma que seu patrimônio caiu para R$ 5,6 milhões. A reportagem tenta contato com a equipe de Rufino para comentar o assunto. Já Guilherme Derrite (PP) teve um crescimento patrimonial de 148%, passando de R$ 812 mil em 2022, quando foi deleito deputado federal e depois virou Secretário da Segurança Pública de São Paulo, passando para R$ 2 milhões quatro anos depois. Candidatos mais pobres No andar de baixo da tabela, os candidatos André do Prado (PL), Marina Silva (Rede) e Guto Schiavetto (Missão) estão entre os candidatos com menor patrimônio entre os concorrentes às duas vagas de senador deste ano. André do Prado declarou em 2022 que tinha R$ 381 mil em patrimônio, quando concorria ao cargo de deputado estadual e foi eleito. Neste ano, Prado afirma que seu patrimônio subiu para R$ 692 mil. Alta de 81% em relação à última eleição. Já Marina Silva (Rede), que tinha R$ 120 mil em 2022, quando foi eleita deputada federal por São Paulo, agora registra R$ 274 mil, alta de 126%, ou cerca de R$ 127 mil. O empresário Guto Schiavetto (Missão), de Limeira, no interior de São Paulo, participa de sua primeira disputa eleitoral e declarou o patrimônio de R$ 116 mil. Patrimônio dos candidatos ao Senado em SP

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